26 julho 2011
Meu Querido...
I do, too.

"I believe in being strong when everything seems to be going wrong. I believe that happy girls are the prettiest girls. I believe that tomorrow is another day, and I believe in miracles." (Audrey Hepburn)
Para rever...
18 julho 2011
I'm...
Ou, pelo menos, estou a fazer por isso.
Dentro de poucos dias terei uma oportunidade perfeita para o conseguir de vez. Está nas minhas mãos, e enquanto estiver, sei que vou empenhar-me ao máximo.
O entusiasmo é demasiado grande para falhar.
É daqueles momentos agora ou nunca que há muito me desafiavam.
A verdade é que agora é o momento ideal, e que nunca o senti antes.
A hora da mudança está a chegar, finalmente.
O que quer que aconteça, levo tudo comigo na minha consciência: rumo ao futuro.
17 julho 2011
13 julho 2011
Até amanhã!
Gosto das músicas de Eliza - acho-as meigas e rebeldes, mas sempre elegantes.
E depois desta... fui!
<3
Outras leituras...

Papa-Arroz
04 julho 2011
Serendipity
Sara: I first came in because of the name: Serendipity. It's one of my favorite words.
Jonathan: It is? Why?
Sara: It's such a nice sounding word for what it means: a fortunate accident."
Continuo apaixonada!
Fast as you can
01 julho 2011
Miminhos da Mamã

Levo com cada ralhete nestes dias em que me apetecem miminhos desses... mas acho que isso os torna ainda mais especiais.
Há dias em que me apetece muito partilhar as frustrações da vida, como forma de protesto das injustiças e agruras da vida. E de gente estúpida, e má e feia e pita carocha que anda por aí. É assim que o meu lado infantil surge, sem ser nas brincadeiras... Não é a fazer queixinhas - mas quase! - é a choramingar porque afinal as coisas não são como se gostava que fossem, e isso é muito injusto, numa desilusão imensa pelos porquês sem resposta. Como se fossem umas queixinhas tardias, do género "os meninos não quiseram brincar comigo" ou "fiz os trabalhos de casa, toda a gente copiou por mim, e a professora zangou-se comigo", mas umas semanas depois ou depois das aulas já terem acabado - quando já não há qualquer perigo de ser tomado como verdadeira queixinha (que só pretende a ameaça de um dos grandes quando se acham pequenos demais para a afronta) NÃO - porque aqui há afronta e contorno do problema, há até bastante ânimo, segurança e assertividade q.b. - são apenas desabafos...
E quem é que os ouve?!
A Mamã, pois está claro!
(O Papá também - mas aí não há ralhetes, nem comparações... em vez disso, há pedidos para manter os níveis de calma, que tudo corre bem - e acho que os níveis de calma se descontrolam do lado de lá com o pânico de alguma coisa poder estar mal.)
Só levo ralhetes porque realmente não há grandes motivos para reclamar - há vazios - e porque fui educada para ser independente e resiliente - e sou - portanto não há nada que reclamar. Filha minha não é piegas.
Mas os miminhos da Mamã sabem tão beeeem!
Será que vão saber assim para sempre?
Espero bem que sim!