28 janeiro 2010

15 janeiro 2010

Nem mais...



“I love people who make me laugh. I honestly think it's the thing I like most, to laugh. It cures a multitude of ills. It's probably the most important thing in a person.”

Audrey Hepburn

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23 dezembro 2009

17 dezembro 2009

Não pode ser...


Acordei logo às 7h00, descansada, como se tivesse dormido a melhor noite de sempre! Bem-disposta e com vontade de saltar da cama para aproveitar a hora a mais desperta... quando recebo uma mensagem da minha mãe: "Sentiste o sismo?(...)"

Sismo?!
Pensei... não deve ter sido assim tão forte, será?

Apressei-me então para ver nas notícias o que me tinha passado completamente ao lado!
"Bla, bla, bla" (...) "Benfica, bla, bla, bla..."(...) "6.0 com epicentro a 100km do Cabo de São Vicente!"


(imagem de i online - link da notícia abaixo)

"6.0 com epicentro a 100km do Cabo de São Vicente!"??

Só podem estar a gozar... e eu não senti? Nada?!?
Não sei se o medo que senti por pensar que se tivesse sido grave eu não tinha acordado (pelo menos a tempo de fazer qualquer coisa) seria menos intenso do que o medo se estivesse acordada no momento - normalmente reajo logo... Depois de saber os pormenores e que não havia danos, nem feridos, passou-me essa estranha sensação.

Mas agora, que li algumas notícias online...

Opá...
Agora fiquei triste... :(

Um fenómeno da Natureza importantíssimo, já que em Portugal desde 1969 não se sentia nada assim... e eu a dormir?! É inadmissível! Que falta de timing na fase de sono profundo... Bolas, pá!

AmarAmália

Sem palavras... muitas, muitas emoções!


(imagem de www.portaldofado.com)

Não só pelo espectáculo em si, tocante, mas pelo contexto em que o assistimos.
O reencontro com as colegas de outros tempos e posteriormente com a nossa querida Professora Liliana ficará para sempre gravado na minha memória. Adorei!




13 novembro 2009

Novidades...


Ainda não o disse por estas bandas.
Estava à espera do momento ideal para poder gritar bem alto:

VOU SER TIA!!! (outra vez!)


Obviamente que não é a minha irmã que vai ser mãe - só tem 4 anos! Quem vai ser
Mamã é mais uma das minhas Miúdas Show!!! =) O segundo bebé-show vem a caminho!

Mas há maaaaaais...
Vamos poder seguir a gravidez da minha miúda, no mais recente blog Feijãozinho a caminho!

Parabéns Sammie! Começa aqui mais uma etapa, com uma nova vida a caminho! Estou babadíssima com a notícia... tu sabes! Espero que os enjoos passem e que curtas a tua gravidez e o teu bebé com tudo o que tens direito, e com toda essa magia entre mães e filhos, a chamada vinculação (cuja existência me parece, por vezes, muito mais do que a própria relação explicada por palavras, seja em que teoria for!)! Muitas felicidades!

=)


Demais!

Que miúdos! =)
LoL




"Sussurrando o que eu sinto por alguém
De olhar triste e profundo
Faço um inventário do tanto que por ela sofro
Como nunca sofri por mais ninguém
Entro eu acrescento com voz doce
Um rol de queixas comovente
Com os olhos e os punhos bem fechados
E cara de quem está com prisão de ventre

Subindo lentamente
preparo o refrão
Uma frase-chave que entre no ouvido
Geralmente coincide com o nome da canção
--Nome da canção--
--Expressão desolada de amor--
--Relutância em aceitar o fim--
--Apelo sentimental--
--De cariz ornamental--
(e aqui repete o)
--Nome da canção--

Segue-se um levantamento cronológico
Detalhado historial
Das várias fases de uma vida amorosa a dois
Até ao dia em que tudo acaba mal
Depois assumo as minhas culpas no processo
E apelo ao coração
Admito a minha insensibilidade
Eloquentemente imploro por perdão

Depois vem a subida para mais um refrão
A mesma frase vaga de sentido
Naturalmente coincide com o nome da canção
--Nome da canção--
--Expressão desolada de amor--
--Relutância em aceitar o fim--
--Apelo sentimental--
--De cariz ornamental--
(e aqui repete o)
--Nome da canção--

Crescente recurso a argumentos finais
Juras de nunca mais voltar a ser infiel
Promessas de um eterno amor
Vã esperança que um dia ela perdoe
Descrição detalhada de um futuro bom
De joelhos instigo a multidão
E quando está tudo ao rubro
Subo de tom e esganiço a minha voz!!!!!

--Nome da canção--
--Expressão desolada de amor--
--Relutância em aceitar o fim--
--Apelo sentimental--
--De cariz ornamental--
------e aqui repete o-------
--Nome da canção--"

09 novembro 2009

A queda...


... do Muro de Berlim: é o assunto do dia!



Passaram 20 anos desde esse momento de liberdade e de esperança.
Tenho várias imagens gravadas na memória...

Quando o muro foi deitado abaixo tinha apenas seis anos e não percebia muito bem o que se estava a passar, mas duma coisa eu tinha a certeza: havia muita gente contente, muita gente emocionada! Era o que eu entendia através das imagens na televisão!



Deixo aqui um bocadinho do concerto que mais me faz recordar esse marco histórico (a mim e a provavelmente muita gente...). Roger Waters (dos Pink Floyd) em Berlim, em 1990, num concerto comemorativo pela queda do muro:



Por incrível que pareça, depois de duas décadas de evolução mundial, o que sinto é que parecemos retroceder... o sentimento que sentia como crescente na altura, de esperança no futuro, parece agora esconder-se por detrás do medo pelos tempos difíceis que já chegaram...

A crise chegou e nunca mais "zarpa", as guerras continuam, a insegurança a todos os níveis aumenta...

Será apenas porque era criança na altura?

...

31 outubro 2009

29 outubro 2009

20 outubro 2009

Apazigo...


(... ainda em relação às Mães e suas responsabilidades! - quem diz Mães, diz Pais, atenção!)

Porquê?
Porque no texto anterior pode parecer que ser boa Mãe é uma tarefa relativamente fácil, que basta uma componente inata e "plim! - já está: tu vais ser boa Mãe, tu vais ser má/não tão boa Mãe..." (e eu ainda tenho a agravante de estar a escrever acerca de uma situação que não vivo - já que só sou inteiramente responsável pela Smartie, a minha gatinha - MAS sei que não é bem (ou nada) assim...)

Para além disso... há outro motivo para voltar a falar no assunto! Encontrei este vídeo que me deixou a rir à gargalhada e não consegui conter o impulso de imediatamente o enviar à minha própria Mãe e de pensar... "nem a propósito do que escrevi sobre a maternidade":


(É ou não é um bom vídeo para se ver sempre que o relógio biológico "ameaçar" tocar?? Uma pessoa com muitas dúvidas ou falta de condições que considere ideais, pensa rapidamente "eu ainda não estou preparada(o) para isto" LOL - são imensas as responsabilidades durante um mínimo de 18 anos...)

02 outubro 2009

Irrita-me solenemente...


... ver mães levarem os filhos pequenos pela mão sem pensarem!

Sim: leram bem! Sem pensarem... nas possíveis consequências da irresponsabilidade pela forma como os levam!
Sei que não sou mãe (ainda, mas espero um dia vir a ser), e que posso ser criticada e chamada a atenção por isso: mas só o admito que uma boa Mãe o faça.

Neste caso, e até porque uma boa Mãe é bastante difícil de definir (talvez, cada vez mais difícil!), considero boas Mães todas aquelas que em situações semelhantes condenem as atitudes irresponsáveis de mães a que me refiro com esta irritação.

Basta-me ver um simples atravessar de rua sem o mínimo cuidado para ficar assim! Como é possível? Ir sem atenção aos carros e todos os outros transeuntes quando vão sozinhas é uma coisa, agora, quando vão com uma criança de dois, três, quatro anos?! Não há desculpa... e não falo de acidentes que acontecem como acidente - é óbvio que acontecem acidentes em que a Mãe não tem culpa, os azares acontecem - falo de acidentes por culpa de comportamentos irresponsáveis. Há pouco presenciei um comportamento que incluo nos desse tipo (e que me irritou tanto que ainda estou a escrever sobre isso!)... Passei de carro por uma senhora que vinha com uma criança de dois/três anos: vinha quase no meio da estrada, a olhar para o chão, com a miúda do lado dos carros. Vi-a assim que entrei na rua e abrandei, mas sempre à espera que ela me visse... NADA! Só me viu quando estava a menos de um metro do carro! Fico parva com isto!

Logo a seguir ("tipo" agora...), penso se estarei a exagerar e começo a inventar desculpas para a senhora... "se calhar não é mesmo a mãe e não tem sensiblidade nenhuma para tomar conta de crianças", "se calhar foi uma vez sem exemplo", "se calhar aconteceu alguma coisa grave e ela vem desnorteada a pensar nisso"... ses!

Mas se calhar, se viesse outro condutor, também desnorteado, distraído, com problemas ou fosse o que fosse, nem uma nem outra estavam ali e iam parar ao hospital na melhor das hipóteses... E depois "ai a minha menina isto... ai a minha menina aquilo..."!
Há acidentes que se podem evitar... se somos adultos e estamos responsáveis por outras pessoas, tentemos ser o mais responsáveis que pudermos.


29 setembro 2009

Seis...

Seis anos de independência e de responsabilidades.
Seis meses de independência e de responsabilidades - me, myself & I.

Porque não é só o trabalho que nos faz crescer e re-pensar a vida: perspectivas, objectivos, planos, sonhos, escolhas...
=)

24 setembro 2009

18 setembro 2009

Sete anos...


... passam a voar!


É um dos meus números favoritos, o sete.

Mas no que toca ao calendário, parece-me muito tempo! Começo sempre a pensar em comparação ao que é possível acontecer em sete anos... e lembro-me das crianças, e da enorme diferença de aprendizagens e de desenvolvimento que há entre um bebé e uma criança de 6/7 anos... é uma diferença abismal mesmo, num espaço de tempo que para nós, adultos, parece passar num instante, cada vez mais depressa e com cada vez menos diferenças, igualmente notáveis, ao longo da vida!


Há sete anos comecei a trabalhar... mas a sério!
Não é comum (na minha geração - já que a grande maioria começou a trabalhar há um/dois anos)... mas também não gosto de situações demasiado comuns, e assim aprendi muita coisa que não teria aprendido da mesma forma.

A procura começou por brincadeira, como ocupação do tempo livre, enquanto estudava. No entanto, ironia do destino ou não, no dia anterior ao primeiro dia do part-time, telefonaram-me a perguntar se queria começar a tempo-inteiro! Nem hesitei... estava desanimada com os estudos... Não quis sequer saber quanto ia receber, o que eu queria era mesmo mudar de vida e aprender alguma coisa que realmente me fosse útil e me motivasse.
Nunca, até à altura do secundário, pensei que a minha vida seguisse o rumo que seguiu (ou melhor: que eu seguisse aquele rumo... o que escolhi - escuso de deixar em aberto, porque as opções foram mesmo minhas e não me arrependo de nenhuma). E provavelmente, todos os outros à minha volta ficaram tão ou mais surpreendidos com essas mudanças.

Lembro-me do primeiro dia de trabalho como se fosse hoje. Até tive sorte, acho... Sempre me disseram que lojas de roupa como aquela eram "ninhos de cobras", especialmente aquela, em que os clientes também não ajudam e há de tudo. Consigo "ver-me" de fora e sentir como era ingénua, e o quanto aprendi desde esse dia até hoje. O quanto mudou... a minha perspectiva e a minha forma de reagir. No fundo, não é que eu tenha mudado, mas o confronto com a realidade trouxe-me das nuvens para o chão... e em vez de viver noutro mundo o tempo todo, passei a visitá-lo só quando é possível.

Na escola da vida que ingressei há sete anos, aprendi...
... a não ter vergonha em falar sobre o que for, com quem for (sim, era mesmo muito mais tímida, e bem mais calada);
... a trabalhar em equipa (a ser menos indivualista), como parte dela e como responsável pelos resultados;
... a partilhar o que aprendi no passado com os meus novos colegas;
... a resolver situações injustas, que até pudessem não ter nada a ver comigo, sem deixar de ser quem sou e sem perder a paciência, a postura ou o sentido de responsabilidade;
... a organizar o meu tempo livre melhor para poder fazer tudo o que quero sem chegar atrasada ou falhar ao compromisso laboral...

Aprendi, acima de tudo, que era capaz de ser independente e de atingir os meus objectivos com confiança.



Tenho saudades dos bebés, dos miúdos (e alguns até sabiam o meu nome), de assistir à evolução das barrigas das futuras Mães e do crescimento dos miúdos, da algazarra nos feriados e fins-de-semana, dos risos, das partidas quando não havia nada para fazer, das discussões por um melhor resultado... das transformações com criatividade!
Há dias que me apetece lá ir e dizer a alguém "troca comigo hoje! vai lá para o escritório, eu fico aqui!"...



Nota: Este post faz-me sentir um pouco egocêntrica... o texto acima era apenas um marco desta data, mas rapidamente, e nem sei bem como, passou a uma espécie de balanço pessoal...

15 setembro 2009

Oh loverbooooy...


"(...) I simply say...
Baby, o-oh baby, my sweet baby, you're the one!"




R.I.P. Patrick Swayze!

Grande actor, grande dançarino... Não podia escolher qualquer outro filme para o recordar: acima fica a minha cena preferida do mesmo (e música também: "Love is strange" de Mickey & Sylvia) e abaixo excertos do filme (ao som da música - talvez - mais relacionada com o filme, "(I've had) The time of my life", interpretada
por Bill Medley & Jennifer Warnes).



11 setembro 2009

P'rás (minhas) Miúdas...


=)


"Elas eram três...
A mais audaz, puxa da espada e ZÁS!!
Pensas que o matou?? Nãooooo...
Eu vou contar como tudo se passou! (...)"


(sim, elAs... na nova versão mais feminina - e hoje em dia são mais que três)

Mas quem são elas?
Hmm? Curiosos???




Acho mesmo que "Os Azeitonas" devem conhecer as minhas giras e boas, porque mais ninguém consegue descrever assim o mistério, o encanto, a essência das minhas Miuuuuuuuuudas!

Eles até podem ficar "um tanto ou quanto atarantados", e andarem por aí com dúvidas... mas eu sei bem quem elas são! E adoro-as por serem as mais especiais! Não vale a pena tentar arranjar comparação... para além de "giras e boas", são as melhores Amigas que alguém possa ter imaginado (sim, eu sei que parece mentira entre mulheres)! No verdadeiro sentido da palavra... nos "preeeeeegos", na gargalhada, na lágrima, na diversão, na concentração (mental mesmo! a.k.a. estudo), na comemoração, na aflição, na recordação, nos planos para o futuro... elas estão sempre lá, sempre estiveram e sempre estarão!

São simplesmente...

... um show!


Completamente...

(Diz que há uma espécie de miúdos... vá... com menos brilho - um bocadinho, há que fazer distinção de forma justa - que dão pelo nome de... Horríveis! Talvez mudem o nome na próxima estação, com a entrada da nova colecção, quem sabe! )

04 setembro 2009

Democracia (só) no dicionário...



Não é só no dicionário da Mafalda que tem esse significado...

Não tenho muitas palavras para o que se está a passar no nosso país, de tão ridícula a situação.

02 setembro 2009

O mesmo olhar...

Lembrei-me deste vídeo a propósito de um documentário que vi sobre outras crianças especiais.

Foi-me enviado pela minha Mãe já há uns tempos, e na altura achei (e continuo a achar...) que deviam existir mais iniciativas como esta, e também mais divulgação.

É comovente. É especial.



A música é o hino oficial da Associação Raríssimas (Associação Nacional de Deficiências Mentais e Raras).