09 junho 2011
Adivinhem...
"Somewhere...

08 junho 2011
Contado ninguém acredita
30 maio 2011
29 maio 2011
Saudades
Olavo Bilac
Gostei desta citação assim que a vi. Mas há uns dias - quando a encontrei perdida entre outros papéis na minha confusão, escrita com a minha própria letra - achei que devia ser ao contrário (e que me perdoe Olavo Bilac, lá em cima ou onde estiver!)... Saudades: ausência dos presentes. Porque temos saudade do que está presente na nossa memória.
Tenho imensas saudades de muita coisa - não querendo isso dizer que quero de alguma forma voltar atrás no tempo. Não quero. Mas "enche-me o coração" recordar bons momentos e pessoas queridas.
E vocês, têm saudades? Do que têm saudades?
25 maio 2011
Está quase!
"Só" falta o quase...
Estou na fase ambígua em que quero que o tempo passe depressa para me sentir livre, e que ao mesmo tempo passe muito devagar para poder rever todos os pormenores!
Pessoal, dentro em breve terei mais tempo para dedicar a este espacito - espero!
(Não sei se isso são boas ou más notícias! Digam-me! Estou à espera, obrigada!)
18 maio 2011
17 maio 2011
11 maio 2011
30 anos após a sua morte...
05 maio 2011
20 abril 2011
O mistério do estardalhaço...
Lembrei-me da estória do "salvamento" que fiz no apartamento ao lado... ou melhor: do susto que apanhei há uns meses! Talvez dos maiores dos últimos tempos.
Estava eu a arranjar-me para sair, quando começo a ouvir um estardalhaço lá fora, no prédio, que me pareceu escadas abaixo! Um estardalhaço dos grandes - sim senhor! - mas impossível de descodificar!
No momento em que se fez silêncio, imagino-me com cara de desconfiança amedrontada a ecoar "Mas o que é que foi isto?! O que foi isto?!" de sobrancelhas franzidas. E como resposta às perguntas que me atacaram de rompante, recomeça o estrondo - e desta vez até à minha porta! Eu, que entretanto ia a caminho para ver se vinha alguém a cair escada abaixo (ou alguma coisa pesadíssima), fiquei na dúvida se devia continuar quando o fragor começou a bater-me à porta...
Mas logo percebi que estardalhaço e fragor não tinham a mesma origem e resolvi arriscar - cheia de medo, numa coragem duvidosa - e dei de caras com a senhora do apartamento em frente, que fugia como o Diabo da cruz, em pânico. No meio da confusão, lá percebi que o estardalhaço vinha da cozinha alheia e que o monstro que assombrava o momento de silêncio era... [tchan-tchan-tchan-tchaaaan]... a máquina de lavar roupa! Ia em fuga das suas tarefas e a atacar tudo e todos com jactos de água! Enquanto os vizinhos de cima tentavam também eles decifrar o mistério e a senhora explicava e acalmava, lá fui eu, armada em MacGyver - esse génio que nos acompanha a todos - desligar o contador da água.
Quando voltei, fui confirmar se já estava tudo resolvido - a senhora ficou admirada pelo meu regresso e agradeceu-me por não ter entrado em pânico e ter poupado mais litros de água para limpar.
Hoje cruzámo-nos e lembrei-me do episódio, quando me reconheceu como a "Menina do apartamento em frente".
(Juro que pensei que o Mundo estava a acabar!)
27 março 2011
Mais um...
... daqueles que é quase impossível não ler de fio a pavio. Escrito por Nuno Lobo Antunes, neuropediatra. 22 março 2011
Amor. Deste tipo ou "do outro"?

Há poucos dias surgiu aquela dúvida.
E realmente não é fácil de responder. Porque é o tudo e é o nada de tudo o que eu possa tentar dizer... É o que eu sinto por ti e o que sentes por mim, disse – e disso não tenho qualquer dúvida.
“E o que é o amor?”
Mas sim, é verdade que tu és Mãe e eu sou filha e que há amores diferentes.
E o outro?
O outro...
Diria “os outros”.
Porque (pelo menos eu) vivo de e por amor à minha volta.
E não é bom sentirmo-nos queridos pelos que nos rodeiam? Eu acho que sim, e digo mais – na rua, no café, na caixa de super-mercado ou no semáforo que não abre onde está alguém a pedir ou a entregar qualquer coisa, eu sinto um dos diferentes tipos de amor, daqueles que não trocava por nada, porque me faz sentir viva e tantas vezes me enche o coração. É o amor pela partilha, pelo dom de podermos entrar na rotina do dia-a-dia uns dos outros e mudarmos qualquer coisa, nem que seja um sorriso. Isso não é amor? Dou e recebo em troca em dobro todos os dias, e acho que é mesmo por isso que não me lembro “do outro” tipo de amor.
Já nem falo da Família e Amigos. Esse tipo de amor que aquece o coração nos dias frios e sombrios. Mas isso toda a gente sabe...
“Do outro” tipo é que não sabem – pelo menos, eu acho que não, porque quase todos os dias me perguntam por ele e eu esforço-me por não me lembrar que ele existe. E é difícil! Muito.
O “outro” tipo é aquele que toda a gente gosta de perguntar.
To-da a gen-te! – como se fosse uma doença grave, é impressionante... E quando uma pessoa está sozinha porque quer, porque não quer ficar com alguém só porque sim, isso então... explicado ninguém acredita!
Gosto especialmente quando o meu Pai me pergunta “Então?! Já tens namorado novo e não me queres dizer?” Respondo-lhe e diz-me “Abre os olhos... abre os olhos!”
Mas o problema é mesmo esse, acho. Abri os olhos tanto, mas tanto, que vi o que não queria ver por aí. Depois de ter aberto o coração, o que é um problema para voltar a acreditar em algo que não o evidente – e as evidências estavam lá quando abri bem os olhos.
O meu amor “do outro” tipo foi arrumado, selado e arquivado.
Antes disso, tinha-o posto num envelope devidamente endereçado, com um selo dos outros, e enviei-o... Mas esperei, esperei, e foi-me devolvido. Sem resposta.
Voltou para trás. Mudou de morada. Porque eu sei que não morreu – estava bem vivo quando o arquivei.
Agora está trancado a sete chaves numa gaveta de arquivo, e não sei se algum dia vai ser encontrado outra vez.
Talvez se torne um mito e ninguém tenha a certeza de que alguma vez existiu.
(É provável. Que não chegue a mito.)
Mas eu sei que sim. (E tu também.)
Como disse, é o tudo e é o nada de tudo o que eu possa tentar dizer.
Notas:
.NÃO ao novo acordo ortográfico!
.Perdoem-me, mas eu também tenho insónias de vez em quando, e tenho que me entreter!
.“Perdoem-me” não me agrada muito visualmente, parece que está mal escrito, mas acho que não... seja como for, com isto do novo acordo ortográfico, também já não devo ter a certeza – hei-de procurar! (há de ser hei de procurar a partir de agora... que horror!)
11 março 2011
Intuição
A verdade é que ainda não me sinto descansada!
Concordam? Têm outras ideias ou explicações?
Histórias para contar?
07 março 2011
A Primavera...

08 fevereiro 2011
25 janeiro 2011
Hello there!
08 setembro 2010
Segredos...
*segundo alguns leitores



